• Acesse nossas Redes Sociais: 

Category : News

Ferramentas para aparelhos móveis têm cursos de gestão de carreiras e qualificação

27/04/2017

ss-1-hand-phone

Ana Clara Veloso – Jornal Extra

Os pequenos intervalos que o fotógrafo Ronny Vianna, de 23 anos, tem entre um trabalho e outro são convertidos em aprendizado. Usuário da plataforma Eduk, desenvolvedora de cursos online, ele aproveita as aulas a que assiste pela tela do celular e credita importantes vitórias em sua área de atuação à possibilidade de acesso a qualquer hora e lugar.

As facilidades do sistema, frente à falta de tempo comum na vida de quem deseja turbinar o currículo, é, aliás, um dos impulsos para a expansão do mercado de ensino móvel no país. Para ajudar interessados nas ferramentas, o EXTRA lista opções disponíveis (veja na página ao lado).

— Fiz cursos de como fotografar dos momentos antes do casamento até a festa, outro de como fotografar sozinho. Já tinha feito aulas presenciais, mas continuei me especializando nessa área pela plataforma virtual. Foi muito vantajoso para mim. Mesmo antes dos eventos, podia rever cursos. Desde então, fui convidado para associações de fotógrafos, ganhei prêmios de revistas — lembra Ronny.

A Eduk é uma das plataformas que buscam mudar uma realidade apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Segundo o IBGE, apesar de, em 2014, mais de 40 milhões de brasileiros terem o desejo de fazer qualificação profissional, apenas 3,4 milhões conseguiram.

— É óbvio que ter o contato com o profissional é sempre muito válido, há uma interação que facilita a retirada de dúvidas. Mas eu, por estar no Rio e às vezes precisar fazer cursos até fora do país, já usei essas plataformas diversas vezes e recomendo — diz Renata Lopez, coach de tecnologia, acrescentando: — Hoje, principalmente para quem mora em grandes cidades, as dificuldades de deslocamento dificultam muito frequentar um curso presencial. Quem opta pelo virtual faz as aulas com economia de tempo.

Outra ferramenta de ensino móvel disponível é a mLearn.

— É uma empresa que tem vários projetos. Numa das frentes, contrata professores especialistas que desenvolvem cursos. Eles vêm aqui no estúdio gravar, e vendemos assinaturas para o usuário final. Também estamos no mercado corporativo. Observamos que tem muita aderência, principalmente para treinamento de forças de vendas — afirma Ricardo Drummond, idealizador e diretor executivo.

‘O aluno pode até fazer o curso offline, se baixá-lo antes’

— Hoje, para o modelo em que atendemos o consumidor final, começamos fazendo uma coleta de sugestões de temas que a equipe acha interessantes para desenvolver cursos. Depois, vemos no Google Trends (ferramenta do Google que divulga números de buscas feitas no site) a demanda por esses títulos. Só então saímos em busca de especialistas: “Quem é a melhor pessoa da área de vendas?”, e começamos o processo de contratação do autor e a produção do conteúdo. Uma vez paga a taxa para a semana ou o mês de acesso, o usuário pode usufruir de toda a biblioteca durante o período. E o aluno pode até fazer o curso offline, se baixá-lo antes. A maioria dos nossos cursos tem provas e certificados, exceto quando isso não faz sentido, como no caso de um preparatório para a prova do Detran, por exemplo — afirma Ricardo Drummond.

Cheque o conteúdo antes de comprar o curso

As ferramentas de ensino móvel têm cursos ligados a determinadas áreas, como estética, artesanato, saúde; de idiomas; e até aulas de orientação para desenvolver a carreira — por exemplo, para montar um bom currículo.

As aulas costumam ter pouca duração para prender a atenção e facilitar a conclusão em breves intervalos durante o dia. E os custos são atrativos, com opções de pagamento por módulo ou para acessos ilimitados por semana ou mês.

Apesar dos benefícios da modalidade, o usuário deve assegurar a qualidade do conteúdo pelo qual pagará. As empresas garantem que têm apenas especialistas para abordar os assuntos determinados ou que checam os currículos de seus colaboradores — já que na Udemy, por exemplo, a iniciativa de postar uma aula pode ser de uma pessoa física —, mas é bom conferir os dados fornecidos para evitar desilusões.

— É importante conhecer o currículo do profissional que está desenvolvendo o material pelo qual você está pagando. Caso contrário, você pode gastar por um treinamento que não é bom ou que trará conhecimentos que você já tem sobre o assunto — afirma a coach Renata Lopez.

Um bom caminho para isso é consultar o LinkedIn — rede social que é voltada para os contatos profissionais.

— Eu uso bastante o LinkedIn para fazer a checagem de informações. Pois se a pessoa coloca algum fato que não é verdadeiro sobre sua vida profissional ali, ela não recebe chancela, as pessoas não recomendam — afirma a especialista no uso de tecnologias para guiar a carreira.

Conheça as ferramentas

Eduk – Está disponível em aplicativo para celulares Android, no qual é possível assistir a transmissões ao vivo e gratuitas e acessar todo o catálogo com mais de 1.200 cursos. Até junho deste ano, será lançado para iOS (celulares e tablets Apple). A plataforma convida especialistas para desenvolver aulas e disponibiliza o serviço no formato de assinatura: escolhendo uma das áreas de conhecimento, como gastronomia, a pessoa paga R$ 19,90 por mês. Se ela quiser ter acesso ao catálogo completo, paga R$ 29,90 por mês. Os pagamentos são feitos por cartão de crédito ou boleto. Todos os cursos dão direito a uma certificação de conclusão. Acesse o site www.eduk.com.br.

mLearn – Para fazer os cursos da plataforma, os alunos não precisam sequer ter um cartão de crédito, pois a empresa trabalha por meio de tarifação pelas contas das operadoras de telefonia móvel. O plano semanal custa R$ 3,99 por semana (para clientes das operadoras Claro, Oi e Vivo). O plano mensal sai por R$ 9,99 (para clientes das operadoras Vivo e Claro). Disponível apenas para Android. Veja mais em http://mlearn.com.br.

Udemy – A Udemy possui aplicativos para Android, iOS e Apple TV. Os cursos são criados por instrutores, que são praticantes daquelas atividades e que conhecem as últimas novidades em suas áreas de atuação. Os currículos, porém, são checados, e a renda é compartilhada. Mas também há parcerias com instituições como a Estácio. Alguns cursos da Udemy são gratuitos e outros variam entre R$ 50 e R$ 590. Saiba mais em www.udemy.com.


Leia mais: http://extra.globo.com/emprego/capacitacao/ferramentas-para-aparelhos-moveis-tem-cursos-de-gestao-de-carreiras-qualificacao-21250932.html#ixzz4g1DjDTfi

 

 

 

Tudo que você precisa saber sobre a nova Lei daTerceirização

lei da terceirização foi aprovada pela Câmara dos Deputados  muda a forma como se trata a contratação de trabalhadores por empresas terceirizadas. O projeto de lei flexibiliza a terceirização — quando uma empresa contrata trabalhadores por intermédio de uma terceira companhia — e regulamenta a prestação de serviços temporários. O texto-base foi aprovado por 231 votos favoráveis e 188 contrários.

Confira a seguir perguntas e respostas para entender o que muda na terceirização.

O que é o projeto de lei de terceirização aprovado?
A proposta flexibiliza a terceirização e regulamenta a prestação de serviços temporários. Ela amplia a possibilidade de oferta desses serviços tanto para atividades-meio (que incluem funções como limpeza, vigilância, manutenção e contabilidade), quanto para atividades-fim (que inclui as atividades essenciais e específicas para o ramo de exploração de uma determinada empresa). Hoje, a terceirização só é permitida para atividades-meio.

O que a lei permite?
A lei permite que todas as atividades que podem ser terceirizadas dentro de uma empresa, incluindo as atividades consideradas essenciais. Com isso, abre a possibilidade irrestrita para a contratação de terceirizados. Numa escola, por exemplo, os professores poderão ser contratados de forma terceirizada. Em um hospital, médicos e enfermeiros também poderão ser terceirizados. Até agora, as contratações eram limitadas a atividades como limpeza e segurança, que são consideradas atividades-meio.

O que a lei não permite?
A lei não altera direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como férias, décimo terceiro salário e hora extra. Além disso, o projeto de lei aprovado também impede que seja firmado um contrato de terceirização nos casos de existência de vínculo empregatício.

O que muda para o trabalho temporário?
Hoje, o trabalho temporário é permitido para períodos de até três meses. O projeto de lei aprovado amplia esse prazo para seis meses, prorrogáveis por mais 90 dias. Isso significa que os contratos terão prazo máximo de nove meses.

De quem é a responsabilidade sobre os direitos trabalhistas?
O projeto aprovado cria a responsabilidade subsidiária. No caso de não pagamento dos direitos trabalhistas, o trabalhador aciona na Justiça primeiro a empresa prestadora de serviço. Só se ela não comparecer é que o trabalhador pode acionar a companhia contratante. Um segundo projeto, atualmente no Senado, prevê a responsabilidade solidária, ou seja, compartilhada entre as prestadoras de serviços e as contratantes. Neste caso, cabe ao trabalhador escolher a quem acionar judicialmente.

O que acontece se a empresa terceirizada vai à falência?
No âmbito da responsabilidade subsidiária, o trabalhador que não recebeu seus direitos e vai à Justiça aciona primeiro a prestadora e no processo, já cita a contratante. Se a primeira empresa não pagar ou falir, a contratante tem que pagar.

A ampliação das atividades que podem ser terceirizadas vai trazer precariedade para o mercado de trabalho?
Especialistas estão divididos sobre o assunto. Alguns argumentam que a dicotomia entre atividade-fim e atividade-meio não se sustenta e que não há clareza sobre como classificar as atividades. Outros reconhecem o papel da terceirização, mas destacam que há riscos de que as relações entre empregados e empregadores fiquem mais frouxas e o trabalhador não tenha ganhos.

A aprovação da terceirização vai ajudar a criar empregos?
Antes da aprovação do projeto, no início da semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a lei seria positiva para o país na expansão de empregos. Para ele, as empresas têm resistido a contratar por causa da rigidez das leis trabalhistas. “Acredito que ajuda muito porque facilita a contratação da mão de obra temporária. Facilita a expansão dos empregos. Hoje muitas vezes a empresa resiste à hipótese de aumentar o emprego justamente por alguns aspectos de rigidez das leis trabalhistas. É importante para fazer com que funções temporárias ou em caráter não permanentes sejam viabilizadas”, disse o ministro. Há quem acredite, no entanto, que a permissão irrestrita para a terceirização não vai mudar o ânimo do mercado.

Podem ocorrer novas mudanças na legislação trabalhista?
Sim. Há um segundo projeto que trata de terceirização no Congresso, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 2014, e estabelece mais regras. Há negociações para que este segundo texto também siga adiante. A ideia do governo é juntar as duas propostas para regulamentar o processo de terceirização, numa espécie de mix.

Este texto prevê a obrigatoriedade para que empresas contratantes retenham na fonte impostos e contribuições de todos os profissionais prestadores de serviço. A legislação atual determina a retenção na fonte somente nos contratos de cessão de mão de obra, como atividades de cessão de mão obra, como atividades de vigilância, limpeza e informática. Aprovado pelo Senado, o texto também seguirá para sanção.

Fonte: site Época Negócios 23/03/2017 – 12H03 – ATUALIZADA ÀS 16H35 – POR AGÊNCIA O GLOBO

FGTS – Liberação para saque de contas inativas

O Presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira (22) que o governo vai liberar o saque de contas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) inativas até dezembro de 2015.

Temer fez o anúncio em pronunciamento antes de participar de um café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto.

A medida faz parte de uma tentativa do governo de reaquecer a economia. O presidente explicou que não haverá limite para o saque. O trabalhador, se quiser, poderá sacar, para qualquer fim, todo o valor que tem na conta inativa – aquela que deixa de receber depósitos do FGTS devido à rescisão do contrato de trabalho (saiba como consultar o saldo de contas inativas do FGTS).

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, o cronograma para o saque de contas inativas será divulgado até o início de fevereiro e levará em conta a data de nascimento dos beneficiários.

“Nós estamos flexibilizando essas exigências [para o saque do FGTS] porque o momento que vivemos na economia demanda a adoção de medidas que permitam, ainda que de forma parcial, uma recomposição da renda do trabalhador. Portanto, estamos permitindo que os trabalhadores detentores dessas contas até 31 de dezembro de 2015 possam dispor de recursos que, em condições normais, não estariam ao seu alcance”, afirmou Temer.

O presidente disse que, pelos cálculos do governo, os saques podem chegar a R$ 30 bilhões, o que equivale, nas contas de equipe econômica, a 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo ele, cerca de 10, 2 milhões de trabalhadores podem sacar o dinheiro. A maior parte das contas inativas, de acordo com o governo, tem saldo de menos de um salário mínimo.

O presidente argumentou que os saques das contas inativas do FGTS não vão prejudicar projetos que dependem da verba do fundo, como o financiamento de moradias do Minha Casa Minha Vida.

“É uma injeção de recursos que vai mobilizar, movimentar a economia e equivale, também pelos cálculos do Planejamento, a cerca de 0,5% do PIB e sem pôr em risco a própria solidez do FGTS, porque vocês sabem que os valores do FGTS se destinam à habitação popular, saneamento, mobilidade. Então, não põem em risco o fundo de garantia, as verbas para aplicação nesses setores que estou mencionando”, afirmou Temer.

20 Profissões que estarão em alta, em 2017

O ano de 2016 chegou ao fim com muitos profissionais ainda em busca de uma vaga de emprego. Com a crise econômica, as empresas continuam com os orçamentos restritos, buscando equilibrar as contas ao cortar despesas e limitar os gastos com o quadro de funcionários.

Com esse cenário desafiador, qual a perspectiva para os trabalhadores em 2017? Segundo especialistas ouvidos pelo G1, as empresas continuarão exigentes, buscando profissionais que consigam entregar mais resultados com menos recursos e tragam soluções para seus problemas.

Entre os cargos com boas perspectivas para o ano que vem estão: cientista de dados, gerente de vendas, consultor comercial e desenvolvedor mobile.

Veja as 20 profissões que estarão em alta em 2017, segundo especialistas:

1) Analista de compras
Perfil: Especializado em negociações com fornecedores, prospecção de novos e gestão de insumos diretos ou indiretos. Perfil com forte organização, além de forte influência e relacionamento com outros departamentos das empresas.
Por que estará em alta: A busca por novos fornecedores gera novas oportunidades que podem trazer redução de investimentos em itens de compras.

2) Analista contábil (com conhecimentos em inglês)
Perfil: Profissional tem como principais obrigações a análise, classificação de contas, fechamento de balanço da empresa, e report final para diretoria/ investidor.
Por que estará em alta: O papel de auxiliar em tomadas de decisões importantes desse profissional cresceu, mas somente 5% deles conseguem manter um diálogo compreensível em um segundo idioma. Isso faz com que esse profissional seja raro e muito procurado.

3) Analista de desenvolvimento organizacional
Perfil: Responsável por desenvolver as avaliações de desempenho, trilha de carreira e plano de sucessão, além de estudos relacionados a clima e cultura.
Por que estará em alta: Muitas empresas de pequeno porte, principalmente startups, que chegaram no Brasil precisarão fortalecer seus times e desenvolver projetos que mantenham seus talentos motivados na estrutura.

4) Analista de planejamento financeiro
Perfil: É necessário ter embasamento técnico nas áreas financeira e contábil atuar em parceria com outras áreas da empresa. Alta capacidade analítica e relacionamento interpessoal são importantes.
Por que estará em alta: É o responsável por dar uma visão financeira dos negócios da empresa. Seu trabalho é muito importante para que a empresa tenha bons resultados, especialmente em anos de crise.

5) Analista de planejamento tributário
Perfil: Responsável por analisar e estudar todos os impostos que devem ou não ser pagos, com o objetivo de reduzir a carga tributária devida pela empresa. Pela característica consultiva, o profissional pode trabalhar em uma consultoria tributária ou escritório de advocacia.
Por que estará em alta: Impostos são uma grande fatia dos custos das empresas, quanto menor o curso, maior a margem do lucro do negócio.

6) Cientista de dados
Perfil: Formação na área de exatas, dedicada a soluções complexas que envolvem analisar e entender tendências em dados.
Por que estará em alta: Empresas estão desenvolvendo suas áreas de inteligência de mercado CRM/ DBM, análise de dados estruturados e não estruturados. Isso mostra a chegada a consolidação da área digital e tecnologia atuando diretamente no negócio das empresas.

7) Consultor comercial
Perfil: Atua na área comercial de forma mais abrangente e generalista, buscando novas oportunidades e negócios para a empresa. Não há uma formação acadêmica específica.
Por que estará em alta: Abrem as portas para novos clientes, expandem o mercado e garantem continuidade dos negócios.

8) Desenvolvedor mobile
Perfil: Responsável pelo desenvolvimento de novos aplicativos para celulares (jogos, sites, aplicativos).
Por que estará em alta: É um mercado novo que possui muita demanda. Atualmente, grande parte dos profissionais que fazem esse trabalho migraram de áreas correlatas ou aprenderam no dia a dia. Isso faz com que mais de 2 anos de experiência ou cursos especializados na área sejam grandes diferenciais.

9) Diretor financeiro (CFO)
Perfil: Líder da área financeira da empresa, com experiência em renegociação de dívidas e amplo conhecimento sobre controladoria de negócios.
Por que estará em alta: Empresas em reestruturação estarão atrás desse profissional para organizar sua operação e ir atrás do que foi perdido durante a crise.

10) Especialista em supply chain
Perfil: Formação em engenharia, logística ou administração. Função engloba as áreas de compras, cadeia logística e o planejamento de produção e de demanda.
Por que estará em alta: Empresas buscam lucro e essas áreas conseguem reduzir custos (compras) e também melhorar o atendimento aos clientes (planejamento e logística). Assim, os profissionais que atuam nesse sentido estão entre os mais procurados no mercado de trabalho.

11) Especialista em UI (interface do usuário)
Perfil: Grande parte da formação nas áreas de design, arquitetura e comunicação, com amplo conhecimento de tecnologia como ferramenta gráfica.
Por que estará em alta: É responsável pelo design virtual e físico da experiência, na ambientação, cores e formatos que vão atrair e melhor representar a experiência do usuário no ambiente virtual e físico. Tudo isso para que o cliente tenha uma boa experiência virtual com a empresa.

12) Especialista em UX (experiência do usuário)
Perfil: Profissional pode ter formação em diferentes áreas, mas é importante ter experiência diversificada em pesquisa de mercado, comunicação, tecnologia, análise de dados, além de estar atento às tendências e novidades. Ele é responsável pelo design thinking, estudos de tendências da interface virtual e física do cliente junto a empresa no ambiente virtual.
Por que estará em alta: O mundo está se digitalizando e cada vez mais pessoas utilizam a internet para se comunicar com as empresas. Dessa forma, elas devem estar preparadas e ter um bom canal de diálogo com o seu cliente.

13) Executivo de desenvolvimento de negócios/ parcerias para área de meios de pagamento
Perfil: Formação em administração de empresas e economia com conhecimento sobre o funcionamento do mercado financeiro (crédito/ bancos/ e-commerce), tecnologia e perfil do consumidor.
Por que estará em alta: Profissional se relaciona com outras empresas da mesma área par ampliar serviços e soluções. A parceria busca desenvolver campanhas para ampliar os negócios.

14) Gerente de acesso – indústria farmacêutica
Perfil: Geralmente com formação na área de saúde, mas também há profissionais com bagagem acadêmica em vendas e administração. Ele será responsável por desenvolver estratégia de acesso e penetração da empresa em mercados públicos e privados, estabelecendo forte interação com entidades regulatórias.
Por que estará em alta: Profissional ganha importância no estabelecimento de novos produtos no mercado, garantindo a correta introdução no mercado junto a clientes e órgãos regulatórios.

15) Gerente de educação continuada – serviços clínicos
Perfil: É responsável pelo desenvolvimento do plano de educação clínica e continuada em hospitais e laboratório. Com formação em enfermagem ou área correlata, geralmente possui foco em desenvolvimento de universidade corporativa.
Por que estará em alta: Com a profissionalização do mercado clínico do Brasil, as instituições estão buscando padronização e qualidade de atendimento em toda a sua base instalada.

16) Gerente de vendas
Perfil: Formação em administração, ciências contábeis, economia ou engenharia. É responsável pelas vendas e por aumentar o faturamento, garantindo lucratividade para a empresa.
Por que estará em alta: Com um mercado mais desafiador, a empresa busca garantir a continuidade dos seus negócios por meio da área de vendas.

17) Profissional de melhoria contínua
Perfil: Tem a função de mapear e otimizar os processos visando melhoria da qualidade e redução de custos na cadeia produtiva e nas áreas administrativas. Formação em engenharia, administração ou economia com perfil analítico e com facilidade para lidar com outros departamentos.
Por que estará em alta: É uma área relativamente nova e muito valorizada pois faz com que a empresa atue de forma mais eficiente.

18) Profissional de trade marketing
Perfil: É o responsável pelo estudo do produto nos pontos de vedas, pesquisas dos concorrentes, posicionamento da marca e de mercado e interface para distribuidores e vendedor final. Formação em propaganda, marketing, publicidade e jornalismo.
Por que estará em alta: As estratégias de trade marketing ajudam a alavancar as vendas. No atual momento, aumento das vendas e consolidação da marca são bem-vindos.

19) Profissional de vendas técnicas
Perfil: É responsável por potencializar as receitas das empresas e tem formação altamente especializada, normalmente em engenharia. Boa comunicação, habilidade para relacionamentos com outras áreas e flexibilidade são importantes.
Por que estará em alta: Empresas precisam de profissionais que entendam o produto e seu processo produtivo, ou o serviço que está sendo comercializado para entregar uma solução customizada para o cliente agregando valor.

20) Supervisor de planejamento e controle de produção
Perfil: Profissional é responsável por definir e coordenador todo processo produtivo. É necessário ter amplo conhecimento de processos produtivos e suas diferentes ferramentas de gestão, controle e melhorias.
Por que estará em alta: Empresas buscam melhorar a produção, com redução de custos. Com ajustes no processo produtivo, ela poderá produzir mais, de forma mais eficiente e com ganhos em todo processo.